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Morar como forma de expressão

Morar como forma de expressão

O que sua escolha de moradia diz sobre você?

MAI | 2021

O que sua escolha de moradia diz sobre você?

A evolução das moradias é contínua e interessante para a maioria das pessoas – inclusive as que ainda não perceberam. Turistas e especialistas passam dias inteiros visitando cidades pelo mundo para conferir as mudanças arquitetônicas e a evolução marcante dos estilos de vida que caracterizaram cada período e população. E que atire a primeira pedra quem nunca fez isso sem perceber que exploramos muito mais o assunto como fato histórico, passado, e não analisamos o que vivemos no presente. 

 

De tão cotidiano, morar virou paisagem e pode parecer uma decisão feita por fatores totalmente objetivos, como origem e poder aquisitivo, mas está longe de ser isso. Em uma sociedade cada vez mais globalizada e com fácil acesso à informação, as mansões das novelas da Rede Globo no Leblon já não são mais necessariamente o sonho da maioria – assim como a família tradicional sorridente à mesa de café da manhã. E o período de isolamento social acelerou ainda mais o processo de descobrimento do morar como forma de expressão. 

 

O período de introspecção, olhar para dentro e ficar mais tempo em casa devolveu ao lar seu lugar de direito: o centro de tudo. Pesquisas apontam tendências totalmente distintas e até mesmo opostas para as residências pós-pandêmicas, escancarando o fato de as pessoas sentirem cada vez mais liberdade para fazer escolhas próprias e moldarem o mundo à sua forma. Quando colocamos em palavras parece óbvio, mas não é: até 1962, o Código Civil Brasileiro proibia mulheres casadas de possuírem propriedades. Menos de sessenta anos depois, pesquisas do Mulheres do Imobiliário mostram que 21,1% das mulheres decidem comprar imóveis sozinhas, frente a apenas 12,4% dos homens. Empoderamento feminino que fala, né?  

 

A tendência é criar sua própria tendência e diversidade é palavra de ordem. Se por um lado as pessoas se tornaram mais dispostas a investir em casas maiores e fora dos grandes centros urbanos, onde o dinheiro rende mais e a família tem amplas possibilidades de lazer privativo, por outro há uma avalanche de indivíduos decididos a viverem sozinhos em estúdios intimistas com design Max Haus. Enquanto algumas famílias vêm formando lares multigeracionais que facilitam o ato de cuidar dos mais jovens e mais idosos, tantas outras têm cada membro vivendo em um lugar diferente do mundo e se encontram no Zoom. Vimos as varandas gourmet serem tomadas por escritórios de trabalho remoto, assim como as edículas que antes concentravam festas. Grupos de jovens adultos optam por compartilhar verdadeiras mansões para terem contato mais próximo com os amigos e aproveitarem a estrutura comum, enquanto outros desapareceram na casa de praia ou até mesmo optaram por abrir mão de uma residência fixa e se dividem entre diferentes destinos.  

 

São infinitos os exemplos que demonstram como a casa se tornou um reflexo do ser que ali habita e das conexões sociais que ele deseja ter em seu espaço mais pessoal, fazendo da experiência de morar muito mais do que a supressão de uma das necessidades básicas da pirâmide de Maslow e levando-a direto ao topo: o futuro do morar é criativo, espontâneo, uma verdadeira realização pessoal.  

 

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