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Marketing de Influência

Marketing de Influência

Por: Danielle Melo

JUN | 2021

Por: Danielle Melo

Qualquer semelhança não é mera coincidência. Afinal, o que cactos têm a ver com o marketing de influência?

 

Além da simbologia de resistência e adaptação, a planta que gera frutos é uma analogia ao recente case de sucesso chamado Juliette, campeã do BBB21. A nova influenciadora com quase 30 milhões de seguidores no Instagram é um fenômeno em estratégia de marketing digital.

 

Influenciadores digitais

 

Como o nome já diz, exercem influência na construção e desejo da marca, além da decisão de compra daqueles que os seguem em seus canais on-line. Por isso, o marketing de influência deve crescer mais de 70% em 2021 e já faz parte do budget de muitas empresas que desejam investir em marketing digital de forma complementar, com porta-vozes e embaixadores da marca, e integrada ao planejamento estratégico. Mas é importante perceber, como diria Bia Granja, líder do YouPix e uma das maiores especialistas do setor, que influência é consequência e não um fim em si.

 

 Marketing de conteúdo

 

Influencers são produtores de conteúdos (storytellers ou como se diz no jargão do setor “creators”) e divulgadores ideais para determinados públicos de acordo com sua categoria e setor. Geralmente nos “conectamos” com pessoas e marcas que têm a ver conosco, seja no modo de pensar, consumir e viver a vida. Durante a jornada de compra (aprender, reconhecer, considerar e decidir) buscamos referências, recomendações e indicações a respeito do produto ou serviço desejado. Muitas vezes nem sequer conhecemos a necessidade, mas o engajamento com o consumo do conteúdo traz informação e experiência que despertam curiosidade e desejo. A opinião de um influenciador, seja ele quem for, tem relevância pois reafirma a intenção ou não de compra. Por isso, pessoas reais que têm afinidades oferecem mais credibilidade pela “sensação” de proximidade, realidade e conexão.

 

 Um “shift” geracional

 

Os nascidos na era digital, a geração Z, destaca-se pelo comportamento de consumo por conteúdos digitais. Não só eles como a geração antecessora (Y) que, além do contexto da pandemia, adaptou-se aos hábitos de consumo, como afirma a pesquisa da Deloitte, The Deloitte Global Millennial Survey 2020. Sem dúvida a Covid-19 acelerou a tendência do marketing de influência e criou uma nova dinâmica de relacionamento. São públicos que demandam mais proximidade e autenticidade dentro dos relacionamentos digitais.

 

Métricas

 

O marketing de influência vai além do buzz marketing de engajamento e o aumento do número de seguidores de uma marca, pode trazer alto retorno sobre o investimento (ROI) e baixo custo para aquisição de novos clientes (CAC).

 

 É importante ressaltar que marketing de influência é complementar à estratégia de conteúdo digital do planejamento da marca. Também é preciso ter atenção à associação da marca à imagem de uma persona, pois tange a sinergia de valores. Uma solução é a de trabalhar com análises de “scoring que traduz o comportamento e grau de influência de um potencial parceiro em valores mensuráveis e comparáveis.

 

 Por: Danielle Melo.

Com revisão e adendos: Daniel Rimoli

Em: 26/05/2021.

 

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