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Employer Branding: de dentro para fora.

Employer Branding: de dentro para fora.

Qual o valor de uma empresa?

MAI | 2021

Qual o valor de uma empresa?

O conceito de marca empregadora está diretamente ligado à percepção e à reputação de uma empresa no mercado de trabalho. E quem constrói essa imagem não são apenas a empresa, o marketing e o RH, mas, principalmente, os colaboradores. Ou seja, estamos falando de pessoas. E para falar de pessoas, para pessoas e com pessoas, é fundamental que haja uma comunicação humanizada.


Com a pandemia e, consequentemente, com o estabelecimento de novas relações de trabalho, o conceito de humanização ganhou ainda mais enfoque na cultura organizacional. A tecnologia e a internet favorecem a forma como trabalhamos e, em contrapartida, desafiam a conexão do relacionamento humano a distância.

 

Philip Kotler faz essa construção do marketing tradicional 1.0 ao digital já 5.0, com estratégias focadas em produtos e serviços para a massa (1.0); amadurecem e passam a focar nas necessidades e desejos dos consumidores (2.0); adaptam-se às demandas de um mercado mais exigente, com senso crítico, formador de opinião e com voz ativa por meio da internet, onde as empresas entendem a necessidade de ouvir e de personalizar para o indivíduo além do consumidor, e no movimento de humanização preocupam-se com causas socioambientais (3.0); no cenário mais recente, no qual o digital proporciona protagonismo, inclusão e diversidade, as estratégias são data driven que solidificam o relacionamento ao longo da jornada do cliente (4.0); e já fazemos a transição para o 5.0, em tempos em que uma pandemia consolida novas formas digitais e tecnológicas que contribuem para a experiência (humanizada) do usuário com a marca, que vai além dos produtos e serviços.

 

As ferramentas são tecnológicas e muitas delas automatizadas, mas os recursos são humanos. Pessoas se conectam, se relacionam e confiam em outras pessoas. Essa humanização faz a diferença, principalmente em um cenário de crise e incertezas.

 

“Pessoas influenciam pessoas. Nada é mais influente do que uma recomendação de alguém de confiança. Essa fonte confiável pode influenciar uma pessoa mais do que qualquer tipo de mensagem em qualquer meio tradicional. Um influenciador é o Santo Graal da publicidade.” Mark Zuckerberg

 

Quando falamos e lidamos com pessoas, estamos falando de comportamentos, práticas e experiências. Trazendo para o employer branding falamos da cultura organizacional e da experiência do cliente interno.

 

Implementar e fortalecer a marca empregadora exige planejamento, pois é mais do que um projeto, é um processo contínuo a ser construído, reforçado e seguido dia a dia. Traçar estratégias de dentro para fora, ações que reverberem e criem proporções a ponto da empresa se tornar o lugar desejado para trabalhar e desenvolver uma carreira sólida e de sucesso.

 

As lideranças têm papel fundamental nesse processo de colaboração e consolidação positiva da marca empregadora. A estratégia de cocriação compreende a participação dos líderes nessa concepção. Além de fazerem parte do processo como canais de comunicação, multiplicadores de informações e propagarem o senso de pertencimento, são eles que trazem valiosas informações e feedbacks de quem está na ponta da empresa, de como são seus ambientes, rotinas, sentimentos e experiências.

 

O objetivo do planejamento para o alcance de resultados positivos, além do posicionamento da empresa, envolve motivação, engajamento e bem-estar do colaborador, além da identificação com os valores organizacionais e o reconhecimento da marca.

 

Nesse contexto, a proposta de valor ao empregado (EVP - Employee Value Proposition), que é reconhecida como benefícios que a empresa oferece aos seus colaboradores, além de estar de acordo com a realidade, deve ser claro e positivo, para o fortalecimento da marca empregadora. A percepção desses valores ultrapassa o ambiente corporativo e são reflexos do engajamento voluntário e espontâneo pelos porta-vozes e embaixadores da marca no mercado de trabalho, transparecendo a realidade do público interno ao externo. Estamos falando de experiência, bem-estar, vínculo e satisfação do colaborador gerando maior produtividade e impacto positivo nos resultados; retenção, desenvolvimento de talentos e diminuição de turnover; atração de profissionais organicamente por meio de inbound recruiting; e as melhores opções de profissionais do mercado, principalmente em relação à concorrência.

 

Employer branding é mais que atrair novos talentos, pois isso é consequência. Employer branding é reter, reconhecer e engajar os talentos internos. E assim gerar atração, conexão e afinidade com a marca que vá além dos seus produtos ou serviços.

 

 

Por: Danielle Melo.

Em: 27/04/2021.

 

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